sábado, 14 de novembro de 2009

O CIRCO NO BRASIL

FONTE - CIRCO LUNAR

No Brasil, o circo chegou no final do século XIX com ciganos fugidos da Europa. Viajando de cidade em cidade, adaptavam seus espetáculos de acordo com o gosto local. Algumas atrações foram tropicalizadas, os palhaços falavam mais, cantavam e tocavam violão.

O público ia ao circo para ver números perigosos: trapezistas e animais amestrados.

Veículo da integração nacional, o circo fabricou ídolos e cimentou carreiras. Um bom exemplo, seria o cantor Vicente Celestino, conhecido em todo o Brasil em uma época em que não existiam nem o rádio nem a televisão.

O NOVO FORMATO

FONTE - SITE CIRCO LUNAR

O primeiro circo, com o formato que hoje conhecemos, foi organizado em 1770 pelo oficial de cavalaria inglês Philipp Astley e tinha o nome de seu criador.

Acrobatas, palhaços, ursos amestrados e contorcionistas existiam bem antes de Astley, mas não estavam agrupados como uma companhia.

Especialista em comunicação de massa, Astley começou a fazer publicidade de seus shows e logo ocuparia um anfiteatro na capital com um grande espetáculo de arte eqüestre. Mais tarde, outros animais treinados vieram se juntar aos cavalos.

Charles Hughes, concorrente de Philip Astley , tornou-se famoso não só pelo seu English Royal Circus, mas também como treinador de mágicos de primeira qualidade. Seu discípulo, John Bill Ricketts, trouxe o formato destas performances para as colônias da América do Norte com um programa abrilhantado por danças e acrobacias. O anfiteatro Ricketts foi destruído num incêndio e ele e seu navio desapareceram numa tempestade na volta à Inglaterra.

Em 1852, foi construído na França o "Cirque d’Hiver" (circo de inverno), também chamado Cirque Napoleon, que podia receber 4 mil pessoas. Hoje, por questão de segurança, a capacidade está restrita a 2 mil espectadores. Seu proprietário, Louis Dejean, também possuía o Cirqe d’Été (circo de verão), ou Circo da Imperatriz.

O mundo mudou e com ele mudou o circo, cada vez mais criativo e inovador.

Com uma visão independente e capitalista o circo tornou-se business, sem apagar a chama da diversão e do sonho no mundo do entretenimento e no coração das platéias.

ORIGENS DO CIRCO

FONTE - SITE CIRCO LUNAR

Em torno do século VIII a.C, as Olimpíadas já apresentavam números circenses.

No Império egípcio, os desfiles militares dos faraós exibiam os animais ferozes das terras conquistadas.

Na China, a acrobacia era uma forma de treinamento para os guerreiros, por exigir agilidade e força. Visitantes estrangeiros era homenageados com apresentações acrobáticas durante os famosos Festivais da Primeira Lua.

Na Índia, nas festas religiosas, números de contorcionismo e saltos acompanham as danças, as músicas e os cantos.

No ano 70 a.C., em Pompéia, havia um anfiteatro onde eram exibidos leões e paquidermes.

Os primeiros circos fechados foram, sem dúvida, os da Roma antiga. Ali, de acordo com os costumes da época, as platéias podiam apreciar confrontos de animais e escravos atletas lutando até a morte por sua liberdade e números eqüestres.

Construídos com madeira e, posteriormente em alvenaria, os circos foram se tornando cada vez mais atraentes. O Circus Maximus, conhecido pela suntuosidade, podia receber até 385 mil espectadores e foi destruído em um incêndio. Em 40 a.C., no mesmo local foi construído o Coliseu, com capacidade para 87 mil espectadores. Ali se apresentavam, para diversão do povo, além de animais exóticos, engolidores de fogo e homens louros e altos, vindos dos países nórdicos.

A perseguição aos cristãos transformou o Coliseu em cenário de atrocidades, diminuindo o interesse pelas artes do circo.

Os artistas passaram a se apresentar em feiras populares e nas praças públicas, apresentando truques de mágica e malabarismo.

No século 18, saltimbancos se apresentavam na Inglaterra, França e Espanha em exibições eqüestres, combates e provas de equitação.

Quem sou eu

Minha foto
Marilia Jullyetth Bezerra das Chagas, natural de Apodi-RN, nascida a XXIX - XI - MXM, filha de José Maria das Chagas e de Maria Eliete Bezerra das Chagas, com dois irmãos: JOTAEMESHON WHAKYSHON e JOTA JÚNIOR. ja residi nas seguintes cidades: FELIPE GUERRA, ITAÚ, RODOLFO FERNANDES, GOVERNADOR DIX-SEPT ROSADO e atual na cidade de Apodi. Minha primeira escola foi a Creche Municipal de Rodolfo Fernandes, em 1985, posteriormente estudei em Governador Dix-sept Rosado, na no CAIC de Apodi, Escola Estadual Ferreira Pinto em Apodi, na Escola Municipal Lourdes Mota. Conclui o ensino Médio na Escola Estadual Professor Antonio Dantas, em Apodi. No dia 4 de abril comecei o Ensino Superior, no Campus da Universidade Fderal do Rio Grande do Norte, no Campus Central, no curso de Ciências Econômicas. Gosto de estudar e de escrever. Amo a minha querida terra Apodi, porém, existem muitas coisas erradas em nossa cidade, e parece-me que quase ninguém toma a iniciativa de coibir tais erros. Quem perde é a população.